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Stephen King

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Stephen King é um autor Americano conhecido por seus populares (usualmente best selleres) livros de horror. Durante a exibição de Lost, há diversas especulações sobre possíveis conexões dos trabalhos de King e o mundo de Lost. Desde 2003, King tem demonstrado seu ponto de vista sobre o mudo e cultura pop em uma coluna que é publicada na última página do Entertainment Weekly, usualmente essa coluna é escrita a cada três semanas. A coluna é chamada de "The Pop Of King", uma refêrencia a "The King of Pop", ou seja Michael Jackson. Ele ainda oferece aos seus leitores um jornal interativo em The Official Stephen King Website. Várias vezes,King tem feito referências a LOST.

Referências de King a LOST

  • Em 11/11/2004 Stephen King fala sobre o que lhe é grato. Leia o que escreve King sobre os novos DVDs de "Huckabees - A Vida é uma Comédia " e "Madrugada dos Mortos" no artigo da Entertainment Weekly

Sou muito grato a Lost. Claro, Estou enciumado que a ABC fez um show de sucesso com um forte elemento de suspense após o meu ter sido jogado para escanteio na última temporada, mas Lost é muito bom. Se estou mentindo, estou morrendo.

  • Em 21/07/2005 Stephen King lista as 20 razões para amar a cultura pop. Porque um Contribuidor Distinto das Cartas Americanas encontrou felicidade na Música da Confederação dos Ferroviários emartigo da Entertainment Weekly

Eu ainda não escrevi sobre Lost, mas eu irei, porque Lost é muito legal. Obrigado, Deus, por Hurley, que fez todo mundo dizer "cara" novamente.

  • Em 02/09/2005 Stephen King propõe um desafio aos executivos de Lost: Termine o seriado quando vocês contarem toda a história - mesmo que os índices de audiências estejam consolidados, no artigo da Entertainment Weekly
  • Em 21/10/2005 Stephen King em como entrar no espírito de Halloween. O que assitir e ouvir, The Pop of King oferece algumas sugestões no artigo da Entertainment Weekly

Televisão do Terror Há vários tipos de coisas na Tv esse ano que pretendem assustar o nosso interior; você deve tirá-los do seu caminho. Eu tenho assitido muitos desses novos e acho todos muito decepcionantes, com exceção de Invasion, com produção executiva daquele que sabe o que os adolescentes querem, Shaun ("Hey Deanie")Cassidy. Threshold foi a pior decepção; vou dar mais duas ou três semanas para melhorar, mas toda aquela coisa de fala-techno no primeiro casal do episódio me deixou mais desapontado. Invasion pelo menos tem aquela coisa horripilante sentida nos anos 50 (pense no Invasion of the Body Snatchers — a versão do Kevin McCarthy), porém eu realmente não vi nada que se possa comparar com a satisafação divina dos trechos de abertura da segunda temporada de Lost: a estranheza daquele computador ultrapassado e o extremo close-up daquilo vindo abaixo ao som de um velho disco de Mama Cass. Lost e Invasion sucessivamente na ABC podem ser o que há de melhor que você encontra na TV para esseHalloween.

Como essa revista pontuou até a cara do editorial ter ficado mais amena, 2005 não foi um bom ano para o cinema. EW tem vários motivos para a queda nas receitas, desde a irritação das propagandas dos cinemas até a popularização dos centros de entretenimento em casa. Eu acho que a melhora da qualidade das séries de TV (Lost, Desperate Housewives, etc) podem ter algo a ver com isso.

  • Em 13/01/2006 Stephen King pondera "Lost," "Mars" dilemas. Algumas questões da cultura pop não tem resposta -- mas vamos perguntar de qualquer maneira, Artigo da Entertainment Weekly

Outra questão esportiva que tem me atormentado: Se as pessoas não assistem a NASCAR para ver as batidas, pra que assitem então? Como o Hurley de Lost diria: "Cara, é só ir pela esquerda e correr, ir pela esquerda e correr, ir pela esquerda e correr... por pelo menos duas horas e meia."

Se Veronica Mars é uma produção barata para se produzir (comparado, digo, ao preço do episódio como em Lost), como pode ser tão bom?

Algumas perguntas, até aquelas mais duras, tem respostas. Elvis é ainda o Rei do rock & roll? Sim. Lost poderá um dia trazer um conclusão satisfatória? Sim. A conclusão vai satisfazer a todos? Não seja tolo - o fator emocional é muito alto para os fãs de Lost.

LOST é simplesmente a melhor coisa da TV à cabo, certo? História misteriosa, locações bonitas, elenco atraente. O único problema tem sido o quebra-cabeças dos novos episódios. O que é perigoso de se tornar perdido é uma sensação de fast-forwading. (Eu sinto isso na TV à cabo, semana após semana).

{{Quote|text=Eu não posso deixar de fazer comparações dos seus trabalhos e como eles são pertinentes no seriado Lost e o ARG. Nós temos Gêmeos e Sawyer e Jack e nomes estranhos no geral. Além de um avião... que foi importante no livro Torre Negra, assim como em Insônia. Eu estava imaginando se talvez de algum modo... não que você irá me dizer... mas perguntar não dói. Talvez eu somente esteja precisando de um novo conserto do "Stephen King". RS A resposta do moderador foi:

Stephen é fã de LOST, mas não contribui para a série. Eu acho que os escritores de LOST também são fãs de Stephen King.

Eu ouvi um rumor sobre o livro "Bad Twin" (ligado à série "Lost"), que ele poderia ter sido escrito por King. Alguém sabe algo que confirme ou negue isso?

A resposta do moderador foi:

É um rumor.

Referências de LOST a King

  • Os produtores mencionaram que A Dança da Morte (The Stand) foi a maior influência da série, de acordo com o disco 7 dos DVDs de LOST - DVD 1ª Temporada.
  • O falso Henry Gale pergunta a Locke se ele tem algo do Stephen King quando ele lhe traz uma cópia do Os Irmãos Karamazov para ler, no Episódio 2x15 Maternity Leave.
  • O lado do Balão tem um adesivo que se lê Cia. Mineradora e Metalúrgica de Minnesota. Abaixo estão as palavras "Orgulhosamente Patrocinado por" com adesivos da Mr. Clucks e de um refrigerante, possivelmente Nozz-A-La, uma falsa marca famosa que é popular na série Torre Negra de Stephen King e na minissérie Kingdom Hospital.
  • Sawyer refere-se a Jack como um "hoss" várias vezes na série. Esse termo é também freqüentemente usado pelo empregado insatisfeito de Paul Edgecomb, Brad Dolan, no romance The Green Mile.
  • No episódio 3x1 A Tale of Two Cities, o clube do livro de Juliet está lendo "Carrie" de Stephen King e a primeira cena discute o seus méritos (ou a falta de). Juliet diz que é o seu livro favorito quando Adam afirma que Ben não leria aquele livro nem no banheiro. O interessante é que quando Ben, ainda como o falso Henry Gale, está preso na escotilha, ele pede a Locke um livro de Stephen King.

Teorias Envolvendo Similaridades em Lost

Info Aviso: Este artigo ou seção contém revelações sobre o enredo de alguns livros de Stephen King.

Um número de histórias, contos e séries de Stephen King têm diversas similaridades com o enredo de Lost. Embora tenha semelhanças, é importante salientar que estas que não foram confirmadas como todas sendo intencionais e poderão ser, na verdade, mera coincidência. Estes incluem:

  • O personagem coadjuvante Larry Underwood carrega muitas semelhanças com Charlie, mais notável é ele ser músico e discutir com sua namorada.
  • Sonhos e premonições muito reais são apresentadas no livro e em Lost.
  • O personagem de Stuart Redman discute sobre o livro Watership Down várias vezes (ele não pôde terminar, pois ele comprou como presente para sua sobrinha). Esse é o livro que Sawyer e que pertencia a Boone antes do acidente.
  • Quando o personagem Harold Lauder está construindo sua bomba para destruir a cidade, de acordo com o segundo livro, ele discute o fato da dinamite transpirar nitroglicerina pura. Esse mesmo efeito é trazido à tona por Leslie Arzt, um figurante assim como Harold, no final da Primeira Temporada Exodus: Parte 2.
  • Também, cada viga tem um nome de um animal, reminiscências da estação Cisne em Lost.
  • Companhias Maliciosas Secretas, como a Centro-Norte Positronics e a Corporação Tet são similares a Fundação Hanso e Indústria de Automóveis Paik.
  • Os lobos de Calla se comportam da mesma maneira que os outros, pegam crianças e os devolvem como zombies.
  • Personagens Coadjuavantes:
  • Na Torre Negra, um membro da ka-tet de Roland, chamada de Susannah Dean sustenta uma criança demônio que os inimigos de Roland querem retirá-lo dele através de um seção-c desativada. Isso parece com que os Outros querem fazer com Claire.
  • O uso de drogas que Eddie faz no avião é descrito como similar ao de Charlie em Pilot, Parte 2
  • Padre Callahan (também do romance 'Salems Lot ou A Hora do Vampiro) faz o papel de um padre desgraçado, muito parecido com Mr. Eko.
  • Nessa história, o que por si só é uma homenagem a H.P. Lovecraft, a entidade Cthulu comporta-se da mesma maneira que o Monstro no Exodus: Parte 2.
  • As duas jovens crianças que aparecem ao léu e exprimem sussurros de horror são muito parecidos com o modo que Os Outros fazem para estarem presentes.
  • Um animal (nessa caso um gato) é tido como atrativo do azar, não igual a Vincent.
  • Esse livro é centrado em uma pequena cidade cheia de nevoeiro em Maine. Juntamento com o nevoeiro, várias criaturas pré-históricas causam medo e azar, não tão parecido é o Mapinguari que já se teorizou sobre.
  • Mais tarde no romance, o leitor entende mais sobre o sinistro Projeto Ponta de Flecha e seu envolvimento na criação do nevoeiro. A estação Flecha pode ser o criador do nó da história e uma dica sobre o que o monstro realmente é.
  • Outra pequena história que envolve dois irmãos que inventaram um componente médico que cura a raiva. Infelizmente, o sonho de um em paz vai por água a baixo, pois todas as pessoas que tomam a vacina são infectadas pelo Mal de Alzheimer. Há a possibilidade da falsa vacina de Mittlework, que ele distribuiu para o terceiro mundo, causar efeitos similares.
  • Talvez isso leve a Doença na Ilha.
  • Esse romance de King apresenta um avião que ultrapassa a linha do tempo, matando a todos que não estão dormindo. Muito parecido com o incidente que foi teorizado como causa da queda do Vôo 815.
  • História de um psiquiatra (com pequenas similaridades a Jack) que está preso em uma ilha no Pacífico com o mínimo de suprimentos e uma grande quantidade de heroína. Sem comida, ele vagarosamente começar a ficar louco e a usar a heroína (que ele estava contrabandeando) como um anestésico para amputar seus próprios órgãos e usá-los como comida.

Teorias Sobre o Envolvimento de King em Lost

  • Quando a missérie de King, Kingdom Hospital, terminou, ele notou que poderia ter contribuído para o aumento da qualidade da TV.Artigo da Entertainment Weekly. Logo depois que ele fez isso, Lost foi ao ar como outro drama de suspense similar ao Kingdom Hospital com grande sucesso. A elogio de Stephen King sobre o seriado de gênero similar e seu sucesso passado são tidos como possibilidades de envolvimento.
  • Há uma conexão no site não-oficial Marvincandle.com.

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