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Estas informações foram reveladas pelo jogo de realidade alternativa.
The LOST Experience
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Personagens:   Rachel Blake · Alvar Hanso · Thomas Mittelwerk · DJ Dan · E. Valenzetti · Outros...
Temas: Fundação Hanso · DHARMA · Equação de Valenzetti · Vídeo S.L · Chocolate Apollo

No Lost Experience, Rachel Blake é uma mulher de 25 anos que está investigando a Fundação Hanso, efetivamente liderando os jogadores através do jogo como a principal protagonista.

Biografia

Desde a sua infância, ficou claro que Rachel Blake era uma bela e talentosa jovem, e era uma pequena surpresa que ela conseguisse garantir um prestigioso cargo nas Corporação Widmore quando mal havia saido de sua adolescência. Entretanto, após a morte de sua mãe, Rachel desejava saber como sua mãe solteira conseguiu pagar-lhe uma educação de primeira linha e então resolveu olhar suas finanças. Ela descobriu que sua educação havia sido pago por um misterioso fundo fiduciário, o dinheiro havia sido doado pela Fundação Hanso, uma empresa de pesquisa científica instalada na Dinamarca. Intrigada por este fato, Blake largou seu emprego (recebendo uma razoável indenização trabalhista) e começou a investigar a corporação, conseqüentemente percebendo que eles estavam envolvidos em diversos tipos de corrupção. Com essa nova determinação, Rachel decide continuar sua investigação à companhia viajando até sua sede em Copenhagem, ao mesmo tempo em que ela expunha-os verdadeiramente para o mundo.

Sob o apelido de "Persephone", a hacker Rachel sabotou o website da Fundação Hanso, expondo a verdade sobre suas operações comerciais. Ela então progrediu com a publicação de blogs e vídeos de suas investigações, culminando na publicação de um vídeo que "romperia a Fundação".

Em seu último vídeo, foi confirmado que Rachel era filha de Alvar Hanso, explicando o porquê sua companhia financiou sua educação. Isto também foi revelado após o Lost Experience, onde a mãe de Rachel também trabalhou na Fundação Hanso [1].

Uma recapitulação foi postada no blog da Rachel após o término do Lost Experience.

Esboço da história

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Chegando em Copenhagem, sob o pretexto de viajar, Rachel começa a aprofundar suas investigações sobre a Hanso. Após fazer inúmeras invasões ao site da Fundação Hanso, falando sobre suas descobertas no desaparecimento de Alvar Hanso e de outros executivos da Fundação, ela começa a publicar seus blogs e vídeos sobre suas descobertas. Durante esse tempo, Rachel descobre que um executivo da Hanso chamado Thomas Mittelwerk estava pesquisando ilhas com algum propósito, assim como encomendou especialmente um barco. Para conseguir essas informações, Rachel teve que passar por muitos riscos, incluindo confrontos diretos com Mittelwerk pessoalmente, e astutamente escapando da perseguição de um capanga de Mittelwerk.

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Suas pesquisas a levaram para Islândia, onde Mittelwerk encabeçava pessoalmente um ataque à Hanso financiando o “Instituto Vik”. Alí, Rachel aprendeu sobre a Equação de Valenzetti, que havia sido secretamente analisada no instituto por matemáticos e savants. Rachel chegou a conclusão de que Enzo Valenzetti, o criador da equação, poderia ter forjado sua própria morte em um acidente de avião, e que poderia estar vivo e muito bem escondido. Após uma dica de um de seus contatos, conhecido como “GidgetGirl”, Rachel rumou para a Itália, descobrindo mais uma vez a presença de executivos da Hanso. Juntamente com um estranho barco chamado “Helgus Antonius” carregado com uma carga para a Fundação Hanso em um porto próximo, Rachel recebeu uma misteriosa ligação da “GidgetGirl”, instruindo a ela a ir para Paris, França, imediatamente.

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Quando desembarcou em Paris, Rachel foi para o local de encontro combinado, mas GidgetGirl não apareceu. Rachel mais tarde descobriu que a GidgetGirl era na verdade Darla Taft, a amante de um dos executivos da Hanso, Hugh McIntyre, e que os dois haviam morrido em um suspeito acidente de carro. Enquanto tentava desenrolar os acontecimentos, Rachel foi atacada em seu quarto de hotel, por um tiro vindo da rua. Ela foi salva por um aliado não convencional, um subordinado de Thomas Mittelwerk conhecido como Malik que Rachel encontrara anteriormente em Copenhagem. Levando-a para um lugar seguro, ele conta a ela sobre um flat em St. Germain de Pres que pertencia a Hugh e Darla, e dá a ela a chave. Quando chega lá, Rachel descobre um vídeo de Darla com suas últimas palavras, contando a ela sobre o pacote. Dentro dele, Rachel descobre pastas sobre o “PROTOCOLO ARANHA”, assim como descobre também que o tal barco “Helgus Antonius” encomendado é na verdade um barco para vigiar a “quarentena”. Finalmente, Rachel recebe uma identidade falsa e passagens aéreas para o Sri Lanka, e voa rapidamente para lá.

Em uma aparição quebrando totalmente a quarta parede da série, ela surge em uma convenção de LOST em 2006 da Comic-Con em San Diego e critica os roteiristas Damon Lindelof e Carlton Cuse por permitirem que a Fundação Hanso "prove a eles como é uma grande organização filantrópica" ao comprar o caminho deles para o seriado com dólares em propagandas. Perto do final do discurso irado, ela instrui a todos os que querem saber da verdade a ir no endereço www.hansoexposed.com. Esse painel foi mais tarde retransmitido como parte de um Podcast Oficial de LOST.

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HansoExposed.com, então, tornou-se a última parte da aventura, com fragmentos individuais de um vídeo bloqueado de Rachel no Sri Lanka, que precisava de dicas que estavam escondidas por toda a internet para ser visto. A justificativa de Rachel para isso é que o vídeo é tão explosivo que "irá partir ao meio a Fundação Hanso...". O vídeo (chamado de Vídeo Sri Lanka) mostrou Alvar Hanso, discutindo a Equação de Valenzetti e Os Números. Mittelwerk pode também ser visto em uma conferência com os trabalhadores da Fundação Hanso, enquanto Rachel está secretamente filmando ao fundo. O vídeo mostra que a Fundação Hanso está desesperadamente tentando resolver a equação de Valenzetti, mas eles só chegam aos seis Números (4, 8, 15, 16, 23, e 42). Mittelwerk diz que eles foram contaminados por esses números, e que ações radicais devem ser tomadas. Ele diz ao grupo sobre vilas no Sri Lanka, onde eles aparentemente introduziram um retro-vírus geneticamente modificado. Por alguma razão, eles estão tentando alcançar uma taxa de 30% de mortalidade e querem os corpos das vítimas para exames. Nos momentos finais do vídeo, Rachel é vista por Mittelwerk e tenta escapar. Embora não saibamos como, Rachel conseguiu escapar do Sri Lanka e retornar aos Estados Unidos, quando ela apareceu na Comic-Con.

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Depois, Rachel lançou o whereisalvar.com, onde aqueles que encontrassem Barras de Chocolate Apollo poderiam mandar fotos. Isso foi feito para mostrar a Fundação Hanso que "o exército está unido contra os crimes deles". Rachel prometeu que quando o número suficiente de seguidores dela mandassem suas fotos, ela iria revelar mais instruções. Ela termina a mensagem no site com "você não vai querer perder o que eu tenho para mostrar".

Após completar o Vídeo Sri Lanka, Rachel contatou Malik através dos blogs do Speaker, Lost Ninja e Other Girl, em resposta a mensagem protegida dele durante o podcast do DJ Dan de 11 de Agosto. Ela explicou para Malik como de Zylva, um amigo em comum, resgatou ela das garras de Mittelwerk, após as filmagens do vídeo. Ele a ajudou a escapar para Índia, embora não se saiba quando Rachel esperou por ele. Presume-se que a Fundação Hanso o encontrou primeiro. Malik e Rachel, então, se encontraram em Nova York. Entretanto, ela deixou rapidamente o país após a sua localização ter sido comprometida.

Quando o site whereisalvar.com mostrou 100% das barras encontradas, Rachel liberou uma mensagem dizendo que nós iríamos descobrir “toda a verdade. Sobre eles. Sobre mim”. Ela, então pediu para todos sintonizarem no podcast do DJ Dan então nós podemos de uma vez por todas “botar para quebrar!”. Ao aparecer no podcast, Rachel comentou como ela começou nessa busca, viajando por oito países em doze dias, tentando escapar da Fundação.

Em seu último vídeo no site da ABC, foi confirmado por Alvar Hanso que ele é seu pai. Ele explicou sobre o interesse de Rachel no grupo após ela perceber que eles financiavam suas mensalidades, e como ela acabou descobrindo que eles estavam envolvidos, e decidiu ficar contra eles.

Controvérsias de Persephone

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Rachel com disfarce

Inicialmente, "Persephone" era a identidade que Rachel Blake usava enquanto invadia a linha telefônica e o website da Fundação. Durante os dias como "Persephone", Rachel pôde ser ouvida na linha telefônica da Hanso com uma convocação a todos que ouviam. Ela dizia aos ouvintes para não “acreditar nas mentiras deles” e coisas como”...onde está Alvar Hanso? O que eles fizeram com ele? Quem está no comando? " e que nós deveríamos investigar mais para descobrir toda a verdade sobre o que está acontecendo com a Fundação. Dando até mesmo as senhas para o acesso de partes secretas do website, ela efetivamente começou o jogo ‘‘Lost Experience’’ para todos. Ela, depois, começou a deixar dicas para o jogo no subdomínio dela no site thehansofoundation.org, o Persephone.thehansofoundation.org, que levaria os jogadores na direção de novas pistas, vídeos ou comentários.

Muito tempo depois, revelou-se no jogo a personagem de Rachel Blake e o website dela, em 19 de Junho, para isso foi usado um código-fonte dentro do thehansofoundation.org. O website dela http://www.rachelblake.com foi revelado através de blogs sobre as viagens de férias dela. Porém, uma seção secreta do site pode ser acessada ao digitar a senha evident agenda na caixa "extra info". Isso leva os visitantes ao blog secreto de Rachel, que fala sobre os esforços dela para revelar toda a verdade da Fundação Hanso.

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Rachel Blake

Houve muito debate se Rachel Blake era de fato a mesma mulher que Persephone, pois eram autoridades diferentes dizendo coisas diferentes, além disso Lost Ninja dizia que elas eram a mesma pessoa, mas Speaker dando uma de advogado do diabo dizia que poderia não ser. Uma nova evidência foi revelada em 22 de junho no diretório do site letyourcompassguideyou.com para dar suporte a teoria, entretanto, um texto secreto de uma conversa da internet foi encontrada na seção da lixeira. Nessa, o usuário OpenersHep refere-se a si mesmo como 'Rachel B', e note que OpenersHep é um anagrama para Persephone, dando peso a mesma teoria da ‘identidade’.

Finalmente, no terceiro post da Islândia, Rachel confirmou que ela era de fato Persephone, após várias semanas de especulação e discussão. Ela explicou que como ela estava invadindo um site dinamarquês, thehansofoundation.org, ela não poderia revelar a verdadeira identidade, pois estava residindo em Copenhagem.

Vídeos de Rachel Blake

Abaixo uma lista dos vídeos em que Rachel aparece:

Persephone na Mitologia Grega

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Prosperine: uma pintura de Dante Gabriel Rosetti da clássica Persephone que apareceu em um podcast do DJ Dan.

Na mitologia clássica, Persephone (Aquela que destrói o som) foi seqüestrada por Hades (ou Plutão, segundo a mitologia romana) para ser a rainha do mundo subterrâneo. Sua história tem uma grande força emocional: uma inocente donzela; um pesar da mãe no seqüestro e no retorno de sua filha. Isto também é citado freqüentemente como um paradigma dos mitos que explicam processos naturais, com a descida e o retorno da deusa justificando assim o ciclo anual das colheitas.

Quando ela estava colhendo flores com amigas dela em um prado, a terra se abriu e Plutão, deus da morte, apareceu e a carregou para ser a rainha do mundo dele. ... Tocha em mãos, a mãe sofredora dela a procura por todo o mundo e não a encontrando, ela proibiu a terra de crescer qualquer coisa nela. Então, por todos os anos nem uma semente de milho cresceu na terra e o homem poderia morrer de fome se Zeus não persuadisse Plutão para deixar Persephone a ir. Mas antes de deixá-la ir, Plutão a fez comer uma semente de romã e desse modo ela não poderia ficar longe dela para sempre. Então, ficou acertado que ela deveria passar dois terços (de acordo com alguns autores, metade) de cada ano com sua mãe e os deus celestiais e deveria passar o resto do ano com Plutão embaixo da terra. ...Como mulher de Plutão, ela mandou espectros, regrou os fantasmas e levou os homens amaldiçoados.

Mas os gregos conheciam outra face de Persephone. Ela também era a terrível Rainha da morte, que nem mesmo o nome era seguro de ser falado, ela era chamada de “A Senhora”. O mito central dela, por todo sua familiaridade emocional, foi também a história que está por trás da iniciação aos ritos misteriosos de Eleusis, que prometeu imortalidade para os participantes aterrorizados – uma imortalidade no mundo dela por debaixo do solo, festejando com os heróis sob o olhar amedrontador dela.

Persephone, como Rainha de Hades, somente demonstrou piedade uma vez, porque a música de Orfeu foi assustadoramente triste. Ela permitiu a Orfeu trazer a mulher Eurydice de volta a terra dos vivos contanto que ela fosse dele e ele nunca olhasse para o rosto dela até que eles chegassem na superfície. Orfeu concordou, mas falhou, ele olhou para trás no final do percurso para ter certeza que a mulher o estava seguindo, e então perdeu Eurydice para sempre.

Inspirado por James Frazer, Jane Ellen Harrison e mitologistas modernos, alguns estudiosos chamam Persephone de deusa da vida-morte-reencarnação.

Curiosidades

  • No primeiro vídeo Rachel, há uma lata de Sprite visível ao lado de seu notebook.
  • Rachel dirige um Jeep Compass (como visto em seu segundo vídeo).
  • Esta personagem foi originalmente planejada para se chamar Amy Jenson, que segundo informações foi aparentemente descrita como uma jovem mulher atraente e inteligente, em busca de peças perdidas de seu passado que possa ajudar a encontrar seu parente desconhecido (pai). As informações aparentemente também mencionam que a atriz para interpretar esta mulher teria de estar disponível para aparências pessoais de Julho a Setembro.
  • A atriz Jamie Silberhartz na vida real, também apareceu em um curta-metragem chamado "Sissy Frenchfry", que foi escarnecido pelo DJ Dan, em uma de suas transmissões ao vivo.
  • Entertainment Weekly Entrevista por Jeff Jensen
  • Foi mais tarde revelada por Javier Grillo-Marxuach que a mãe de Rachel "era uma funcionária da Fundação Hanso - a circunstância de sua morte é envolta em segredo, no entanto". Isto explica o texto escondido no site da Fundação Hanso que declarou que ela "era uma funcionária da Fundação". Havia confusão como era imaginado que isto estava em relação à própria Rachel, entretanto ela tinha trabalhado para Widmore, e não Hanso [2].

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